Com diferenças.

Em todo o mundo há estrelas a brilhar diariamente. Para que isso aconteça, temos de as deixar brilhar segundo as capacidades de cada uma sem nunca esperar que brilhem de igual forma. É necessário dar-lhes tempo e espaço para que desenvolvam todas as suas capacidades. Contamos convosco!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Sporting Solidário

No Sábado, 30 de Março, o Sporting entregou, a cada adepto que se apresentou no estádio para assistir ao jogo Sporting Vs. Portimonense, um exemplar como este que agora aqui publico. É esta uma das formas do Sporting ser solidário, divulgando as diferenças para minimizar as assimetrias existentes na população. Basta clicar na imagem para aumentar e poder ler todas a informação dispensada.




domingo, 28 de novembro de 2010

Epilepsia

É difícil estabelecer uma causa para as convulsões. Estas podem ser causadas por vários agentes, nomeadamente as luzes intermitentes, mas também pode ocorrer sem qualquer agente interferir na actividade eléctrica cerebral.

Nas crianças, são mais vulgares as convulsões tipo grande mal: mais de três quartos das crianças epilépticas sofrem deste tipo de doenças.
Os sintomas são:
- Irritabilidade ou comportamento anormal pouco antes da convulsão;
- Espasmos rígidos que podem durar até 30 segundos; a criança cai inconsciente e a respiração torna-se irregular;
- Movimentos estrebuchantes dos membros ou da face que podem durar de 20 minutos a várias horas. A criança pode morder a língua e perder o controlo da bexiga e dos intestinos;
- Terminadas as convulsões, a criança poderá continuar inconsciente durante alguns minutos ou, mais raramente, por um período máximo de 10 minutos;
- Quando a criança recupera a consciência, pode sentir-se confusa, desorientada e ter dores de cabeça; provavelmente pedirá para dormir.

As convulsões tipo pequeno mal (ausência) são o segundo tipo mais comum.
Os sintomas são:
-A criança interrompe as actividades normais e fica de olhar fixo no espaço, inconsciente do que a cerca, durante 10 a 15 segundos, mas não cai;
- A criança não se lembra do ataque.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Peturbação do Processo Auditivo

A PPA é uma imaturidade do sistema auditivo, onde as vias auditivas não se desenvolvem.

Esta deficiência auditiva é muitas vezes confundida com dificuldades de aprendizagem ou problemas de comportamento.

Existem testes específicos para o diagnóstico da PPA.

O que fazer?
Os pais devem procurar um otorrinolaringologista pediátrico para fazer exames simples de audição. Se não tiver qualquer problema, é feito o encaminhamento para um audiologista e fazer uma avaliação no processamento auditivo.
Confirmado o diagnóstico de PPA, a criança deve iniciar sessões de Terapia da Fala para treino auditivo, de forma a treinar o ouvido.

Quais são as causas da PPA?
- infecções de ouvidos na primeira infância, de que são exemplos as otites, muito comuns sobretudo nas crianças com algum tipo de alergia;
- prematuridade;
- permanência na incubadora;
alguns medicamentos e antibióticos.

Quais os primeiros sintomas?

- a linguagem deixa de se desenvolver de forma correcta, o que faz com que nesta idade a criança não consiga falar muito bem e gagueje, tendo, por exemplo, dificuldade em pronunciar o "r" e o "l";
- a criança irrita-se muito facilmente com os barulhos intensos;
- a criança não ouve bem em ambientes com algum ruído e pede constantemente para se repetir a mesma informação;
- a criança mostra-se excessivamente distraída e tem dificuldades de concentração;
- a criança tem comportamentos sociais inadequados: muito agitada, ou pelo contrário, quita demais, isolando-se.

In, "Dica da Semana" de 15 de Julho de 2010

sábado, 29 de maio de 2010

Exemplo de Actividade para trabalhar a Dislexia no Pré-escolar







Dislexia


Pesquisas realizadas em vários países, mostram que entre 0,5% a 17% da população mundial é disléxica.

Os meninos disléxicos são, muitas vezes, incompreendidos pela sociedade. Sendo a crueldade na infância uma realidade, muitos são aqueles que são gozados ou criticados por trocarem letras em determinadas palavras.
Ao contrário do que muitos pensam, a dislexia não é o resultado de uma má alfabetização, desatenção, desmotivação, condição sócio-económica ou baixa inteligência.
Segundo a pediatra do desenvolvimento Mónica Pinto, "a dislexia resulta de um défice da consciência fonológica que condiciona dificuldades específicas na leitura e escrita; tem uma base genética, embora possa ser modulada pelo ambiente". Maria José Mandim, psicóloga do Centro de Desenvolvimento Infantil de Braga, acrescenta que as crianças com dislexia "apresentam uma dificuldade da aprendizagem da leitura e aquisição do seu mecanismo, sem qualquer perturbação sensorial e psíquica já existente". Além disso, apresentam dificuldades em "reflectir sobre estruturas sonoras das palavras (metafonologia)".

No Pré-escolar, existem vários factores a ter em atenção:
    • dispersão;

    • fraco desenvolvimento da atenção;

    • atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem;

    • Dificuldade em aprender rimas e canções;

    • Fraco desenvolvimento da coordenação motora;

    • Dificuldade em quebra-cabeças;

    • Falta de interesse por livros impressos
O facto de uma criança apresentar algum destes factores não é determinante para a existência de um quadro de dislexia. Porém, o caso pede uma maior atenção/estimulação nessas áreas.

Informação complementada com excertos da revista "crescer- regresso às aulas".

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Síndrome de Moebius

Esta semana vi uma reportagem sobre a Sindrome de Moebius. Nunca tinha ouvido falar por isso, fui pesquisar. Deixo aqui o resultado dessa pesquisa para que possam também ter conhecimento do que se trata.



A síndrome de Moebius é um distúrbio neurológico extremamente grave. Decorre do desenvolvimento anormal dos nervos cranianos e possui como principal característica a perda total ou parcial dos movimentos dos músculos da face, responsáveis pelas expressões e pela motricidade ocular.

Esta problemática dificilmente é detectada nos exames pré-natais pois as medições feitas ao crânio da criança encontram-se, normalmente, dentro dos parâmetros normais.



Os Moebius podem, ao longo da vida, recuperar um pouco através da terapia ocupacional, fonoterapia, fisioterapia, cirurgias correctivas (ortopedia e estrabismo). No entanto, esta é uma síndrome que não tem cura.

Os bebés nascem normalmente com uma fenda no palato o que desenvolve algumas complicações ao nível da alimentação e da fala.



Wikipédia

Se quiser ser informado sempre que são acrescentados itens novos ao blog, envie um mail para fatima_cristovinho@sapo.pt, com o assunto "educação especial".